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segunda-feira, 26 de abril de 2010

PDC - IPEC - ABRIL/2010

De 18 a 25 de abril próximo passado estive presente no PDC do Ecocentro Ipec em Pirenópolis/GO.

Foram 8 dias reciclando conceitos e absorvendo toneladas de novos conhecimentos. Simplesmente inesquecível e com certeza será lembrado em minha vida como um raro evento de transformação.

André Soares, o designer do Ecocentro, continua otimista: "A próxima década vai estabelecer o futuro da humanidade. É a década do Design consciente. Vamos aprender que somos todos designers e temos a opção de planejar e construir nossas vidas para a qualidade, com equilíbrio e justiça. Neste intervalo vamos olhar para a terra e perguntar: como podemos cooperar com a vida? Como podemos contribuir para um mundo ideal? Onde podemos aperfeiçoar nosso trabalho, nossas atitudes, nossos valores?"


Agradeço a todas as novas amizades formadas durante este tempo. Obrigado por fazerem parte de minha vida. Em especial a toda a equipe da organização que fazem milagres e ao André Soares e Lucia Legan por sua convicção e fé num mundo melhor. Lindo casal que merecem todo nosso respeito e consideração. Felicitações !


Conheçam o Ecocentro Ipec:
http://www.ecocentro.org/inicio.do



Fotos do Curso em meu Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=1222680301341246713&aid=1272354059
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quinta-feira, 15 de abril de 2010

ESPIRITUALIDADE E TRANSFORMAÇÃO INTERNA

Em uma comunidade no Orkut durante uma discussão sobre se a religião é o ópio do povo eu havia respondido inicialmente que:

religião = dogmas e doutrinas = sim
religião = espiritualidade e transformação interna = não

Ao ser questionado sobre o que eu considero como "espiritualidade e transformação interna" resolvi escrever este texto. Vamos então explorar o assunto...

Se considerarmos "religião" como Dogmas e Doutrinas então a resposta é afirmativa, é ópio e entorpece, trazendo "paz", mas uma "paz" momentanea, uma "paz" fabricada, a base de medos e obediência cega, com base em "fé" inconsciente, sem resultados profundos, é água sim e mata a sede, mas é água parada, sem vida, que se bebida em grande quantidade pode envenenar.

Se considerarmos "religião" como Espiritualidade e Transformação Interna então a resposta é negativa, nunca foi, não é e nunca será ópio pois a liberdade jamais irá entorpecer, pelo contrário, é baseada na confiança em seus próprios valores e experiências íntimas.

Penso eu que a religião, como tradicionalmente se classifica, está baseada em ritos, dogmas e credos, tabus e códigos morais de cada tradição de fé. Já a espiritualidade está fundamentada nos conteúdos universais de todas as tradições

- Se formos discutir quem vai para o céu e quem vai para o inferno, se Deus é a favor ou contra o homossexualismo, o cigarro ou o aborto, se você tem que fazer penitências ou dar dízimos para sua igreja para alcançar favores divinos, então estamos discutindo religião.

- Discutir se o certo é a reencarnação ou a ressurreição, a teoria de Darwin ou o Gênesis, a Bíblia ou o Alcorão, se a yoga hinduísta é melhor ou pior que o zazen budista, então estaremos sem dúvida discutindo religião.

- Perder tempo tentando descobrir se o melhor é dar o peixe ou ensinar a pescar e se a caridade é melhor ou pior exercida pelos kardecistas, evangélicos ou católicos, isso é pura discussão religiosa.

O problema é que toda vez que você discute religião você afasta as pessoas umas das outras, promove o sectarismo e a intolerância. A religião coloca de um lado os adoradores de Allá, de outro os adoradores de Yahweh, e de outro os adoradores de Jesus. Isso sem falar nos adoradores de Shiva, de Krishna e devotos do Buda, e por aí vai. E cada grupo de adoradores deseja a extinção dos outros, ou pela conversão à sua religião, o que faz com que os outros deixam de existir enquanto outros e se tornem iguais a nós, ou pelo extermínio através do assassinato em nome de Deus, ou melhor, em nome de um deus, com d minúsculo, isto é, um ídolo que pretendemos ser "O Deus".

Mas quando você concentra sua atenção e ação, sua práxis, em valores como reconciliação, perdão, misericórdia, compaixão, solidariedade, amor e caridade, você está no horizonte da espiritualidade, comum a todas as tradições religiosas. E quando você está com o coração cheio de espiritualidade, e não de religião, você promove a justiça e a paz. Os valores espirituais agregam pessoas, aproxima os diferentes, faz com que os discordantes no mundo das crenças se deem as mãos no mundo da busca de superação do sofrimento humano, que a todos nós humilha e iguala, independentemente de raça, gênero, e inclusive religião.

Esses valores é o que venho buscando vivenciar e transmitir, talvez ainda de forma imperfeita, mas na busca sempre, com calma e tranquilidade, encontrando aqui e ali exemplos de transformação interna, de mudanças de comportamento, de superação de limites, etc.

Espiritualidade prá mim é encontrar Deus na amizade, na fala de um irmão, na canção do alvorecer, no sorriso de uma criança, na alegria de um cãozinho, no arco-íris multi-colorido e nas lágrimas de um arrependimento sincero.

Transformação Interna é ver os resultados de uma prática dando frutos no dia a dia, em todas as nossas relações, na resignação e aceitação do que não pode ser mudado, na superação valente de mudar o que se pode mudar, no reencontro com o simples e no silêncio das estrelas, no milagre de uma borboleta !



Luis Pereira
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quinta-feira, 8 de abril de 2010

SABEDORIA DO SILÊNCIO

Fale simplesmente quando for necessário. Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso, já que cada vez que deixa sair a palavra pela boca, deixa sair, ao mesmo tempo, parte da sua vitalidade. Desenvolva a arte de falar sem perder a energia.

Nunca faça promessas que não possa cumprir. Não se queixe e não utilize em seu vocabulário palavras que projetem imagens negativas, porque isto produzirá ao teu redor tudo o que criou com suas palavras carregadas de Chi (energia criadora).

Se não tem nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor se calar e não dizer nada.

Aprenda a ser como um espelho; observe e reflita a energia.

Se você se identifica com o fracasso, terá fracasso. Se você se identifica com o êxito, terá êxito. Assim podemos observar que as circunstâncias que vivemos são, simplesmente, manifestações externas do conteúdo de nossa conversa interna.

Não se dê muita importância. Seja humilde, porque quanto mais se mostrar superior, inteligente e prepotente, mais se tornará prisioneiro de sua própria imagem, e viverá num mundo de tensões e ilusões.

Seja discreto, preserve a sua vida íntima. Desta maneira você se libera da opinião dos outros e terá uma vida tranquila e benevolente.

Ajude os outros perceberem suas qualidades, suas virtudes e a brilhar.

Não entre em competição com os demais; torne-se como a terra que nos nutre, que nos dá o necessário. O espírito competitivo faz com que o ego cresça, nos separa e cria conflitos, inevitavelmente.

Tenha confiança em si mesmo, preserve sua paz interna evitando entrar em provocações e nas trapaças dos outros.

Não se comprometa facilmente. Se agir de maneira precipitada, sem ter consciência profunda da situação, vai acabar criando complicações.

Tome um momento de silêncio interno para considerar tudo que se apresenta a ti, e só então tome uma decisão. Assim desenvolverás a confiança em ti mesmo e a sabedoria.

Se realmente há algo que não sabe, ou não tenha a resposta a uma pergunta que tenham feito, aceite o fato.

O fato de não saber é muito incômodo para o ego porque ele gosta de saber tudo, sempre ter razão e sempre dar sua opinião muito pessoal.

Evite o hábito de julgar e criticar as pessoas. Cada vez que você julga alguém, a única coisa que faz é expressar sua opinião, e isso é uma perda de energia, é puro barulho.

Julgar, é uma maneira de esconder suas próprias fraquezas.O sábio a tudo tolera, sem dizer uma palavra.

Recorde que tudo que te incomoda nos outros é uma projeção de tudo que não venceu em si mesmo.Deixe que cada um resolva seus problemas e concentre sua energia em sua própria vida.

Ocupe-se de si mesmo, não se defenda. Quando você tenta se defender, na realidade está dando demasiada importância às palavras dos outros, dando mais força à agressão deles.

Pratique a arte do não falar. Tome um dia da semana para abster-se de falar. Ou, pelo menos, algumas horas no dia, segundo permitir a sua organização pessoal.

Graças a essa força, atrairá para si tudo que necessita para sua própria realização e completa liberação.

Porém, tem que ter cuidado para que o ego não se infiltre. O poder permanece quando o ego se mantém tranquilo e em silêncio.

Se teu ego se impõe e abusa desse poder, o mesmo poder se converterá em um veneno, e todo seu ser se envenenará rapidamente.

Respeite a vida dos demais e de tudo que existe no mundo.

Não force, manipule ou controle o próximo.

Converta-se em seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que são, ou o que têm a capacidade de ser.

Dizendo em outras palavras, viva seguindo a vida sagrada do TAO.

(Texto Taoísta)

…………………………………………………………
São necessários apenas dois anos para que o ser humano aprenda a falar e toda uma vida para que ele aprenda a ficar em silêncio. - (Florian Bernard).

transcrito do blog:
http://acordocoletivo.wordpress.com/2010/04/02/sabedoria-do-silencio/
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quinta-feira, 18 de março de 2010

O MESTRE ZEN QUE FAZIA CHOVER

Aldeões pediram a um mestre ZEN que os ajudasse a levar chuva aos seus campos áridos.

O mestre solicitou apenas uma pequena casa com um jardim onde pudesse cultivar.

Dia após dia, ele cultivava o pequeno jardim, sem praticar nenhuma magia. Decorrido algum tempo, a chuva começou a cair sobre a terra ressecada.

Ao perguntarem como obtivera tamanho milagre, ele respondeu humildemente...

"A cada dia, ao cultivar o jardim, voltava-me mais para dentro de mim mesmo. Quanto à chuva, não sei a razão, mas tenho certeza que a terra do meu jardim já está preparada. E a de vocês?"

Conto Zen.



retirado do blog:
http://pensandozen.blogspot.com/2008/02/o-mestre-zen-que-fazia-chover.html
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quarta-feira, 17 de março de 2010

AMOR E AMIZADE

“Aprendi que um homem só tem o direito de olhar outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se”. 
(Gabriel Garcia Marques)
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CONECTIVIDADE

Compartilho abaixo alguns preciosos trechos do Livro "Afinal, quem somos" sobre Física Quântica, do Físico Moacir de Araújo Lima. Boa reflexão !

"...Na visão tradicional, éramos máquinas, sem consciência. Uma máquina se pode descartar, matar, jogar no lixo, pois se não temos consciência, e entenda-se aí uma variante do nome espírito, podemos agir sem consciência.
Mas o Universo quântico é como um gigantesco organismo altamente conectado em termos de espaço e tempo e, sendo assim, o que faço tem impacto sobre todo o mundo. Então torno-me responsável e verifico que moral e ética tem realmente fundamento.
A grande Lição é a da conectividade, que segundo Erwin Schoroedinger, um dos criadores da mecânica quântica, não é uma propriedade, mas "a propriedade". Referimo-nos à conectividade. A idéia de que nada está isolado no Universo.
E mais, pensam os físico quânticos, ao contrário do pensamento tradicional, que não existe uma realidade lá fora, independentemente do que está acontecendo aqui dentro. Referimo-nos a cada um de nós. O que acontece aqui dentro cria a realidade externa.
Somos máquinas de criar realidade.
...
Retomando a irresponsabilidade em que nos jogou o materialismo, não podemos esquecer que com ela também colaboraram as religiões fatalistas, ao afirmarem que nosso destino estava preestabelecido. Obviamente por um ser superior que jamais poderíamos contrariar.
Então, não tínhamos possibilidade de intervenção nem no Universo Material, nem em nossa vida. Um estava pronto e a outra estava predeterminada.
A Quântica nos devolveu as duas responsabilidades. Tanto de influírmos no mundo exterior, ao colapsar entre infinitas possibilidades a escolhida por nossa consciência, bem como construímos nosso destino e até nosso corpo, de dentro para fora, sendo os arquitetos de nossa existência.
E não adianta apelar para a vitimologia. Pensando, influenciamos pessoas e objetos. Alargando nossa visão, construímos nossa felicidade ou desdita.
Não são os outros, Deus ou seus inimigos que constroem nossa vida. É nossa consciência.
...
O Livre-arbítrio, Deus, Consciência, colapso, entraram para a Física, porque os físicos descobriram o Princípio da Incerteza e passaram a saber que existem as possibilidades e as probabilidades.
...
Acreditam os pensadores citados que se estes estudos se desenvolverem, Deus será objeto de ciência e não apenas de religião.
...
Hoje, sabemos que o verdadeiro conhecimento leva ao Amor, pois se tudo está conectado no Universo é amando meu próximo e ajudando-o que consigo progredir e ajudar-me."
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PARA ABRAÇAR O INFINITO

O Último Poema do Pensador Mineiro Augusto de Lima

* Nota dos Editores:

No poema a seguir, a ideia de “matéria-prima elementar” corresponde ao conceito teosófico e oriental de “mulaprakriti”, a matéria sutil e primordial, a matéria indiferenciada, a luz astral - o “akasha” hindu.

Os versos concluem com uma referência ao círculo infinito,  o círculo de Pascal, “cuja circunferência não
está em parte alguma, e cujo centro está em todas as partes”. Helena P.  Blavatsky alertou para o fato de que, embora este conceito seja atribuído a Pascal, na verdade ele foi concebido antes pelo filósofo Nicolau de Cusa.

O poema foi publicado sem indicação de título na principal biografia de Augusto de Lima [1] . Ao descrever a chegada do final da vida do pensador brasileiro,  o biógrafo escreve a seguinte introdução a estes versos cosmológicos:

“Nenhum dever lhe resta a cumprir. Nenhuma ambição o tortura. Nenhum remorso o atormenta. No crepúsculo que o envolve lentamente, sua arte readquire o tom solene do passado, e ele canta pela última vez: (...) ”

Que procuras no espaço, olhar faminto,
através das camadas siderais? 
Réstia de luz, órfã de um foco extinto, 
a que destino vais?

Que te falta em  ti mesmo, ser inquieto? 
Fração de um Todo excelso que não vês,
quando serás completo?  
Hoje, amanhã, depois, nunca, talvez!

E, contudo, te exaures nas pesquisas
da fugitiva Essência. Esforço vão! 
Ela, impalpável, voa sem balizas
na divina amplidão. 

Se nem chegas ao sol, corpo tangível, 
nem à matéria-prima elementar,
como podes prender o Incognoscível 
e o Infinito abraçar?

Volve a ti mesmo. Prostra-te. Contrito,
tudo verás da Fé no esplendor. 
Que importa que haja um círculo infinito, 
se cada átomo é um centro refletor?  


NOTA:

[1]  “Augusto de Lima, Seu Tempo, Seus Ideais”,  de  José Augusto de Lima, 322 pp., Ministério da Educação e Cultura, RJ, 1959. Ver p. 318.

retirado do site: www.filosofiaesoterica.com
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terça-feira, 16 de março de 2010

O QUE É ZEN ?

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CONHECEMOS O SILÊNCIO

Nós os índios, conhecemos o silêncio, não temos medo dele. Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras. Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles nos transmitiram esse conhecimento.


“Observa, escuta, e logo atuem”, nos diziam. Esta é a maneira correta de viver.


Observe os animais para ver como cuidam de seus filhotes; Observe os anciões para ver como se comportam; Observe o homem branco para ver o que querem.


Sempre observe primeiro, com o coração e a mente quietos, e então aprenderás. Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.


Com vocês, brancos, é o contrário. Vocês aprendem falando. Dão prêmios às crianças que falam mais na escola, em suas festas, todos tratam de falar.


No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes e chamam isso de “resolver um problema”.


Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos. Precisam preencher o espaço com sons. Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer.


Vocês gostam de discutir, e nem sequer permitem que o outro termine uma frase. Sempre interrompem. Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido. Se começas a falar, eu não vou te interromper.


Te escutarei, mas talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estás dizendo, mas não vou interromper-te.


Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste, mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante. Do contrário, simplesmente ficarei calado e me afastarei. Terás dito o que preciso saber. Não há mais nada a dizer.


Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês. Deveriam pensar nas suas palavras como se fossem sementes. Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio.


Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra está sempre nos falando, e que devemos ficar em silêncio para escutá-la. Existem muitas vozes além das nossas, muitas vozes.


Só vamos escutá-las em silêncio.


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Texto traduzido por Leela, Porto Alegre:
“Neither Wolf nor Dog. On Forgotten Roads with an Indian Elder” – Kent Nerburn




retirado do blog:
http://www.ecolmeia.org.br/blog/indios-nao-tem-medo-do-silencio/
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MENTES OCEÂNICAS

Dizem as Escrituras hindus: “Nos homens superficiais, o peixe dos pequeninos pensamentos provoca imenso tumulto. Nas mentes oceânicas, as baleias da inspiração mal encrespam a superfície.”


Paramahansa Yogananda em “Autobiografia de um Iogue”.
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AS POSSIBILIDADES...

“As possibilidades do homem são tão vastas e misteriosas que os guerreiros, em vez de pensar sobre elas, escolhem explorá-las, sem esperança de jamais chegar a entendê-las”

Carlos Castañeda - no livro: O Poder do Silêncio
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segunda-feira, 15 de março de 2010

EINSTEIN E O BUDISMO

Os elogios de Albert Einstein ao budismo costumam ser muito citados. Principalmente quando os ouvintes levam em grande consideração as conquistas materiais e científicas. Como esse:

“O budismo tem as características do que se esperaria de uma religião cósmica para o futuro.”

Já a citação a seguir é quase como um síntese do budismo:

“Um ser humano é parte de um todo chamado por nós de “Universo”, é uma parte limitada no tempo e no espaço. Ele experiencia a si mesmo, seus pensamentos e sentimentos, como alguma coisa separada do resto ─ uma espécie de ilusão de ótica de sua consciência. Essa ilusão é uma forma de prisão para nós, restringindo-nos aos nossos desejos pessoais e à afeição por umas poucas pessoas próximas. Nossa tarefa deve ser a de nos libertarmos dessa prisão alargando nossos círculos de compaixão para envolver todas as criaturas vivas e o todo da natureza em sua beleza.”

Albert Einstein, “Ideas and Opinions” , 1954, citado em “O Livro Tibetano do Viver e do Morrer”, de Sogyal Rinpoche.

Retirado do Blog Sansara:
http://www.samsara.blog.br/2006/05/einstein-e-o-budismo.html
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